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“A Nova Ferroeste fará do Paraná o maior hub logístico da América Latina”, afirma Gugu Bueno

Em discurso na Assembleia Legislativa, deputado Gugu Bueno destaca avanço importante anunciado pelo governador Ratinho Junior.

Os recentes investimentos da Nova Ferroeste, anunciados pelo governo do Estado, foram destaque na Assembleia Legislativa no discurso do deputado estadual, Gugu Bueno na sessão de terça-feira (30).

Na semana passada, o governador do Paraná, Ratinho Junior, deu um passo importante na busca de inserir a Ferroeste no rol logístico de transporte do Estado e também do País.

Juntamente com o governador do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, foi apresentado estudo preliminar de demanda e traçado, capaz de atrair investidores e transformar a Nova Ferroeste como um dos principais corredores do transporte de mercadorias à exportação.

“As ações estratégicas para o desenvolvimento do nosso Estado não estão paradas. As equipes técnicas dos dois governos apresentaram o estudo da demanda das habilidades e também do traçado da nova Ferroeste. Será uma obra fantástica que vai ligar Maracaju, no Mato Grosso do Sul, até Paranaguá, o nosso Porto, passando a ter em Cascavel o seu maior Centro Logístico, inclusive um ramal multimodal até a cidade de Foz do Iguaçu”, destacou o parlamentar.

O projeto da Nova Ferroeste é arrojado. Prevê uma malha de 1.285 quilômetros de extensão, com um potencial de economizar e otimizar o transporte de grãos e contêineres do País, unindo dois dos principais polos exportadores do agronegócio brasileiro, ficando atrás apenas da malha do Estado de São Paulo.

“Estudos apontam que teremos uma economia de cerca de 13 dólares por tonelada, isso significa uma redução de 27% no Custo Brasil, ou seja, teremos muito mais competitividade dos nossos produtos para poder vender para o mundo. Mais um passo um passo concreto naquele sonho do nosso governador de tornar nosso estado um hub logístico de toda América Latina”, discursou Gugu Bueno.

De acordo com Gugu Bueno, outro avanço importante para o fortalecimento da Nova Ferroeste será concretizado ainda este ano. A expectativa é de, em novembro, colocar a ferrovia em leilão na Bolsa de Valores do Brasil (B3), com sede em São Paulo.

Estratégia que se torna uma das peças-chave na econômica traçada pelo governador do Ratinho Junior, que além de manter o foco do governo em salvar vidas e enfrentar a pandemia, se posiciona com a proposta de garantir a logística ao setor produtivo.

“Esta é uma clareza com que o nosso Governador trabalha. Sim, na luta contra o coronavírus para tentar salvar a vida do maior número possível de paranaenses mas também faz um trabalho paralelo do Estado do Paraná nas questões estratégicas, nas obras e nos investimentos pois o nosso Estado não pode parar. Já estamos pensando não só no hoje mas, principalmente, no amanhã. A nova pelo Ferroeste está vindo aí. Parabéns ao governador e ao presidente da Ferroeste, André Gonçalves, cascavelense como eu, que tem feito um grande trabalho”, destaca Gugu Bueno.

A NOVA FERROESTE

A proposta é de uma malha de trilhos de 1.285 quilômetros. Segundo o governo do Paraná, o estudo preliminar avaliou a existência de cinco terminais ao longo da ferrovia.

A expectativa, de acordo com os técnicos, é que pela Nova Ferroeste seja possível o transporte de 54 milhões de toneladas por ano – ou aproximadamente 2/3 da produção da região. 74% seriam de cargas destinadas para a exportação.

Além de Cascavel, aparecem na sequência pela ordem de movimentação, os pontos de Maracaju, marco zero do projeto, com possibilidade de transbordo de aproximadamente 6,5 milhões de toneladas/ano de grãos; Amambai (MS), com 4,5 milhões de toneladas/ano; Guaíra, com pouco mais de 4 milhões de toneladas/ano; e Foz do Iguaçu, com cerca de 2,5 milhões de toneladas/ano.


A área de influência indireta abrange 925 municípios de três países. São 773 do Brasil, 114 do Paraguai e 38 da Argentina. No Brasil, impacta diretamente 425 cidades do Paraná, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina, totalizando cerca de 9 milhões de pessoas. A área representa 3% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.


O estudo preliminar avaliou a existência de cinco terminais ao longo da ferrovia. Além de Cascavel, aparecem na sequência pela ordem de movimentação, os pontos de Maracaju, marco zero do projeto, com possibilidade de transbordo de aproximadamente 6,5 milhões de toneladas/ano de grãos; Amambai (MS), com 4,5 milhões de toneladas/ano; Guaíra, com pouco mais de 4 milhões de toneladas/ano; e Foz do Iguaçu, com cerca de 2,5 milhões de toneladas/ano.

No primeiro ano de funcionamento da ferrovia, isso representaria uma diminuição de R$ 2,4 bilhões no pacote logístico. Poupança que chegaria a R$ 5,2 bilhões no ano 60.

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