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Gugu Bueno homenageia árbitra Edina Batista por apitar final histórica do Brasileirão Feminino



Jogo entre Palmeiras e Corinthians teve arbitragem 100% formada por mulheres, inclusive no VAR




Créditos: Kin Saito/CBF


Está aprovada na Assembleia Legislativa do Paraná uma moção de aplauso à árbitra de futebol de Goioerê, Edina Alves Batista, pela arbitragem histórica na final do Brasileirão Feminino 2021 no dia 26 de setembro.


Em campo, Palmeiras e Corinthians em uma partida histórica, com arbitragem 100% formada por mulheres, inclusive no VAR (Video Assistant Referee).


A homenagem partiu do deputado estadual Gugu Bueno e reconhece a persistência, dedicação e a coragem de Edina para enfrentar preconceitos e ocupar seu espaço nesta profissão que ainda é predominantemente masculina.


“É uma paranaense de Goioerê que se destacou na arbitragem e muito tem representado o Paraná e também demonstrado como as mulheres podem e devem ocupar vários espaços na sociedade, inclusive no futebol”, destaca o deputado Gugu Bueno.


Edina tem uma coleção de conquistas importantes na arbitragem. É a primeira mulher na década a atuar na Série A do Campeonato Brasileiro de Futebol. A última vez que uma mulher apitou uma partida na competição foi há 14 anos.


Formada em Educação na Unipar de Umuarama, tudo começou quando ela tinha 19 anos, quando o pai de uma amiga a convidou para ser assistente de arbitragem em um campeonato amador, em Goioerê.


Com preparação e estudo, em 2016 tornou-se árbitra da Fifa e foi considerada a quarta melhor árbitra do mundo segundo IFFHS (Federação Internacional de História e Estatística do Futebol). Também representou a arbitragem brasileira no Mundial Feminino de 2019 na França e ainda no Mundial de Clubes de Futebol Masculino 2021 no Catar.

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